Eis do que trata o Blog: "Encontros e desencontros na vida cotidiana de uma mae expatriada, com 3 filhos pequenos do Brasil para a Tailandia! Da Tailandia para os EUA, desde 2009."
Foi muito bom voce ter vindo!
Aqui vou partilhar coisas que ja' escrevi e que vou ainda escrever sobre esse incrivel Mundo de "SER MAE" e "SER EXPATRIADA"... AO MESMO TEMPO... por ai afora!
E, claro, postar sobre PLANEJAMENTO DE FESTAS & EVENTOS, ja' que depois que me tornei UMA MAE EXPATRIADA, descobri este incrivel Mundo pelo qual me apaixonei!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Adriane Galisteu no papel de mãe, Revista Claudia - Editora Abril


"A apresentadora Adriane Galisteu revela as dez descobertas que fez sobre si mesma desde a chegada de Vittorio em sua vida", por Silvia Braccio

1 - Sei que medos são bobagem
O primeiro sentimento que bateu quando descobri que estava grávida foi o receio da responsabilidade de ter um ser dependendo de mim para o resto da vida. Apesar da relação linda que mantenho com a minha mãe (dona Emma), eu tinha medo de me ver desempenhando esse papel. Mas descobri que esses medos são uma grande bobagem, uma enorme perda de tempo. Aliás, adoraria engravidar de novo logo, mas por enquanto não dá, pois preciso retomar meu trabalho. Se tivesse conhecido o Alê antes (os dois estão juntos há três anos, mas só se casaram oficialmente em junho de 2010), já teria outro filho. Mas quem sabe da qui a uns dois anos.

2 - Conheci um amor diferente
Não consigo descrever essa emoção. Mesmo. As pessoas falam tanto que a gente imagina saber o significado desse tal amor incondicional. Até porque, como filha, corresponde a ele. Mas não é igual, não é maior nem menor, é simplesmente diferente. E, de repente, você começa a lembrar de alguns momentos da relação mãe/filha e a pensar como vai se comportar em determinadas situações a partir de agora. Descrever o amor que senti pelo meu filho é muito difícil. Minha melhor definição: é como ver o coração batendo fora do corpo. Ainda assim, acho pouco. Na hora em que Vittorio nasceu, eu o cheirei, beijei, chorei muito, até mais do que ele. Um choro de amor, de emoção, da alma. E eu só pensava: “Meu Deus, obrigada por me fazer passar por isso”.

3 - Percebo uma febre de longe
Eu sabia que queria ser mãe um dia, mas a gravidez aconteceu sem planejamento e acho que precisava ser assim mesmo, sem programação. Tudo é tão natural, Deus é tão perfeito que, na hora, o instinto maternal aparece e ponto. Sou capaz de perceber uma febre no Vittorio de longe. Aquela coisa de mãe. Sinto quando ele vai acordar ou está com fome... isso tudo não tem explicação.

4 - Me deixo em segundo plano
Meu trabalho é superimportante para mim, até porque não sou feliz sem ele. Apesar disso, o Vittorio é prioridade total. A rotina dele é intocável e não mexo nela por nada nem por ninguém neste mundo. Não o levo para todos os lugares, a não ser que seja absolutamente necessário. Também conto com duas babás bárbaras, experientes, de confiança, que cuidam muito bem dele, o que traz um alívio. A parte da alimentação fica com elas, eu acompanho, mas deixo que deem a comida, porque comigo ele se distrai e quer brincar. Além do mais, Vittorio tem as avós maravilhosas, que paparicam o neto. Sempre gostei de consumir, mas agora, quando saio, só compro coisas para ele. Para falar a verdade, há muito tempo não compro nada para mim. O maior prazer é correr atrás de mimos para o Vittorio. Estou sempre querendo saber das novidades para crianças – xampus, cremes, roupinhas, brinquedos... É muito louco. Manicure e depilação toda semana? Que nada. Agora é uma vez por mês e olhe lá. Aos poucos, vou retomando minha rotina, mas por enquanto coloquei tudo que não seja o Vittorio em segundo plano.

5 - Reaprendi a me encantar
Voltar a ver o mundo com os olhos de uma criança é algo que só se consegue depois de ter um filho. A gente pode até tentar recuperar sozinha essa capacidade de se encantar com todas as coisas, mas não é igual. Hoje, eu dou um brinquedo novo para o Vittorio e o que chama a atenção dele? A caixa. Isso faz lembrar que o encanto da vida pode estar em coisas mais simples do que se imagina."
Bem... Eu adoro a Adriane Galisteu, por algumas razoes simples... especialmente por ter conversado com ela durante um voo de Ponte-Aerea onde pude "sentir" como ela e' doce e meiga. Merece ser muito feliz!

Se voce quer ler a MATERIA TODINHA, E' SO' CLICAR AQUI, OK?
(RC)

Um comentário:

Joana Abreu disse...

Meu Deus! Por incrível que pareça, por uma enorme coincidência eu tinha que ler isso! Primeiro porque não simpatizo com ela, mas agora , pelo menos, já perdi muiito da antipatia. Segundo e mais importante: estou ficando velinha :/ e morro de medo (assim, como ela, pelos mesmos motivos dela) de ser mãe e tenho adiado demais esse momento, que sei ser a maravilha do século!
Obrigada por compartilhar essa matéria, pois se não fosse por aqui, seu blog, provavelmente jamais leria...
Beijinhos carinhosos

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